segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Alice sem fim

Olinda Fertonani Nunes

Wolf Erlbruch recriado por Adriana Peliano

Alice lembra aventura e me remete à questão existencial que não se explica muito, mas se desdobra sempre, não tem fim. Traz o sentido da abertura, renovação, invenção, ultrapassa os limites da realidade concreta e revela o nonsense escondido atrás do condicionamento do cotidiano.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seguidores